Notícias

Aslam será dublado por uma mulher: o que isso representa para a simbologia de Cristo em Nárnia?

A confirmação de que Aslam será dublado por Meryl Streep na nova adaptação de O Sobrinho do Mago vai muito além de…

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Notícias

Seriam os Pevensie os fundadores de Hogwarts?

Duas das mais icônicas sagas da literatura fantástica britânica podem estar mais conectadas do que imaginamos. Uma teoria que circula entre os…

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C. S. Lewis

Reunião de Nárnia celebra 20 anos do filme

Vinte anos após a estreia de As Crônicas de Nárnia: O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa (2005), os fãs receberam um…

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C. S. Lewis

Nárnia pode ser o filme mais caro da história da Netflix

A adaptação de O Sobrinho do Mago, dirigida por Greta Gerwig, muda de rota. Depois de meses sendo tratado como uma aposta…

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C. S. Lewis

Será que C. S. Lewis realmente disse isso?

Poucos autores cristãos foram tão citados quanto Lewis. E poucos foram tão mal citados. Nesta matéria, fomos atrás das fontes para separar…

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Por que C. S. Lewis não escreveu mais sobre Nárnia? A resposta está em suas cartas

Ao contrário do que muitos imaginam, C. S. Lewis nunca planejou uma saga longa ao escrever O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa, descobrindo a continuidade de cada história quase de surpresa até fechar o ciclo com exatos sete livros. A razão pela qual ele nunca escreveu um oitavo volume está documentada em suas próprias cartas.

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O pecado que ninguém admite ter: a anatomia do orgulho segundo C. S. Lewis

Em Cristianismo Puro e Simples, C. S. Lewis classifica o orgulho como o mais corrosivo e invisível dos vícios, já que praticamente ninguém o reconhece em si mesmo. Diferente de pecados como a gula ou a avareza, que possuem objetos concretos, o orgulho é puramente relacional: ele não tem prazer em possuir algo, mas em ter mais do que o próximo.

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Se a moral é relativa, com que direito condenamos os nazistas? O argumento de C. S. Lewis

Se o certo e o errado fossem meras convenções sociais ou preferências subjectivas, a humanidade perderia qualquer autoridade moral para condenar os crimes do regime nazi ou legitimar os Julgamentos de Nuremberg. Ao afastar explicações puramente biológicas ou culturais, Lewis argumenta que este padrão objetivo aponta necessariamente para um Legislador superior.

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Não, Lewis não estava criticando o ‘cristão gente boa’ em A Abolição do Homem

Nas redes sociais, tornou-se comum recrutar a célebre expressão «homens sem peito», de A Abolição do Homem, para atacar o chamado «cristão gente boa» ou acusar de covardia quem prefere a serenidade e o diálogo à beligerância pública. Trata-se, contudo, de uma distorção completa do pensamento de C. S. Lewis.

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Ciência ‘confirma’ teoria de C.S. Lewis: a Terra é mesmo o planeta silencioso

Imagine batizar a Terra em 1938 com uma metáfora puramente teológica e a astrofísica descobrir, quase 90 anos depois, que o apelido é literalmente verdadeiro. Em Além do Planeta Silencioso, primeiro volume de sua clássica Trilogia Cósmica, C. S. Lewis deu um nome perturbador ao nosso planeta: Thulcandra, o “Planeta Silencioso”. Na ficção, seres de

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