A Odisseia de Nolan: bela, mas apressada e didática demais
Há poucos dias escrevi que Christopher Nolan, o cineasta do “realismo” e do avião 747 comprado só para uma cena, tinha se voltado para o material menos “realista” possível: um poema onde deuses viram tempestade e feiticeiras transformam homens em porcos. Argumentei, com C. S. Lewis como guia, que isso não era contradição, mas confirmação […]
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